Eu sou a Nayara, taróloga há 18 anos. Mãe da Lia. Moro em Cotia, São Paulo, num quarto que cheira a sândalo onde leio cartas e converso com pessoas que precisam de uma pausa pra entender a vida.
Comecei a ler tarô aos 19 anos, sem pretensão. Era pra mim, pra fazer sentido das minhas próprias decisões. Aí veio uma amiga, depois outra, depois a amiga da amiga. Em algum ponto eu percebi que essa era minha forma de cuidar das pessoas — e nunca mais parei.
Por que faço isso
Tarot pra mim nunca foi sobre prever futuro. Foi sempre sobre te devolver clareza sobre o que você já sabe lá no fundo. As cartas não decidem nada. Elas mostram o que tá em movimento dentro de você e ao seu redor — e te ajudam a decidir com mais consciência.
Eu não sou cartomante de filme. Não uso voz misteriosa. Não te dou resposta vaga pra você ficar preso voltando. Te falo o que vejo, com cuidado mas sem floreio. Se a carta veio dura, falo. Se você tá num caminho que vai te machucar, falo. Verdade vale mais do que agradar.
Como eu atendo
Tudo direto no WhatsApp. Você me chama, conversamos sobre o contexto, eu tiro suas cartas de verdade (com baralho físico, na minha mesa), te mando a foto delas e te explico em áudio com calma. Cada leitura leva entre 10 e 30 minutos, dependendo do que você escolheu.
Atendo Brasil todo. Atendo de manhã, de tarde, à noite — quase sempre respondo em poucos minutos. Quando tô em outro atendimento, eu te aviso. Quando tô descansando à noite tarde, peço pra você voltar amanhã pra eu fazer com a atenção que merece.
Sobre o sigilo
Tudo o que você me conta fica entre a gente. Nunca compartilho histórias de cliente. Nunca uso o que me contam pra criar conteúdo, exemplo ou qualquer coisa. Sua leitura é só sua.
"Eu não sou intermediária do divino. Sou só uma mulher que olha pras cartas com você. O resto é seu."
— Nayara